Stranger Things
As vezes não lhe dá a sensação de que quanto mais a Roma tenta acelerar, mais ela fica no lugar, ou tipo aqueles sonhos parecendo que você não está nem dormindo e desesperadamente procura acordar porque é estranho e pouco confortável, cabuloso quase impossível reverter. Era esperado que com a vinda dos titulares o time pelo menos existisse um ponto de equilíbrio e notoriamente depois do que se viu, isso está longe de ser uma realidade. Di Francesco tenta desesperadamente, e não tem outra escolha, tirar leite de pedra, sere otimista. A questão é… estamos apenas na pré temporada, quer dizer est'ávamos, porque o campeonato bate a porta com várias interrogações em um pesadelo profundo e sufocante. Que os deuses da bola tenham piedade de Eusebio. 

Síntese: Gazzetta dello Sport

Troféu Puerta: Giallorossi em dificuldades, Dzeko não basta. A Equipe de Di Francesco sofre 2 a 0, o gol do bósnio aos 90 minutos rende menos amarga a derrota. Os andaluzes vencem o jogo graças a Escudero e Nolito

Por: Chiara Zucchelli

Eusebio Di Francesco as vésperas foi claro: “Existe ainda muita estrada a construir”

E o penúltimo amistoso estivo da Roma, em Sevilha, o confirma. Os donos da casa vencem o Troféu Puerta (a dizer um pouco, emocionante o momento no qual os dois capitães e o filho de Antonio depositam em campo os maços de flores) e a Roma não dá jamais a sensação de poder incomodar a equipe de Berizzo não obstante o resultado final, 2 a 1, evidente um fosso não muito amplo entre as duas formações. Fosso que ao contrário se percebe, sobretudo no segundo tempo, quando os giallorossi tem pouca posse de bola e fatigam em recomeçar, enquanto o Sevilla, graças sobretudo a Nolito - um gol e uma assistência - consegue ser mais concreto.

TRABALHO EM CURSO - Afirmação que a Roma não encontra quase nunca, mesmo assim por mais de uma hora Di Francesco deixa em campo aquela que deverá ser a formação titular da estréia no campeonato em Bergamo: Alisson (não impecável, dois gols sobre sua trave) no gol, Peres e Kolarov nas faces, entre os mais positivos, Moreno e Manolas na defesa (a ser verificado um problema muscular para o grego), meio campo com De Rossi, Strootman e Nainggolan, ataque com Dzeko acompanhado por Defrel e Perotti. O ex Sevilla tenta se sair bem, mas a Roma fadiga a ser perigosa, a parte um chute de Kolarov de bola parada, e também os donos da casa cansam. As duas equipe trocaram o comando técnico e se nota, tanto que os primeiro quarenta e cinco minutos se transcorrem sem particulares emoções.

PROCURA-SE MAHREZ - No segundo tempo o Sevilla acelera, inclusive para se auto testar em vista o playoff pela Champions, enquanto a Roma não consegue mudar o ritmo, sobretudo no meio campo, mas rege até os quinze minutos do final (acertando uma bola na trave com Defrel), quando dispara Nolito, antes com uma passagem filtrante da esquerda, que Escudero intercepta e, queimando Manolas e De Rossi, coloca nas redes. Depois se tornando protagonista em primeira pessoa, escapando de Fazio e batendo mais uma vez Alisson. Dzeko encurta a distancia aos 90’ com um golpe de bilhar sobre a segunda trave, mas é uma magra consolação. Na Roma, sobretudo no ataque, serve fantasia. E a fantasia em Trigoria tem uma nome bem preciso: Riyad Mahrez.

QUANTOS EX - Primeiro como ex o dirigente esportivo giallorosso Monchi, retorno ao passado também para Perotti, Fazio e Kjaer (giallorosso em 2011/12). Em campo, com os espanhóis, outros velhos conhecidos como Banega (Inter) e Muriel (Samp). O primeiro tempo, realmente pouco espetacular, foi visto os giallorossi de Di Francesco esperar um pouco demais o Sevilla donos a passos largos do jogo. O segundo, ao contrário, mais frisante. Aos 50’ é Defrel, em cruzamento de Perotti, a acertar a trave. Mas justo quando a equipe de Di Francesco parecia comandar o jogo eis que, aos setenta minutos, veio o gol de Escudero. Pouco depois para o Sevilla, o segundo com Nolito. No último minuto de acréscimo o gol de Dzeko, mas muito tarde.

@ChiaraZucchelli

SEVILLA (4-1-4-1): Rico (46' Soria); Mercado (37' Corchia), Pareja (46' Kjaer), Lenglet (84' Borja Lasso), Escudero; N'Zonzi; Montoya (55' Navas) Krohn-Dehli (55' Pizarro), Banega (77' Ganso), Correa (30' Nolito); Ben Yedder (46' Muriel). Técnico: Eduardo Berizzo

ROMA 433: Alisson, Bruno Peres, Manolas (84' Juan Jesus), Moreno (65' Fazio), Kolarov, Strootman (65' Pellegrini), De Rossi (75' Gonalons), Nainggolan (84' Gerson), Defrel (65' Under), Dzeko, Perotti,

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