RITMO ALUCINANTE, SENSAÇÃO EMPOLGANTE
Tudo bem, é o Crotone, porém o mesmo que luta desesperadamente em seus domínios para sair da amarga e desconfortável zona do rebaixamento. E ainda bem que a Roma tem esse privilégio de após jogos cruciais como foi aquele contra o Shakhtar de jogar contra adversários em situações delicadas que precisam impor jogo e desse modo facilitar as coisas para quem também quer futebol. Já cansei de falar do Alisson, é inútil será mais um elogio e fica cansativo, mas nessa delirante campanha que a Roma vem fazendo não tem como não citá-lo. Não consigo nem pensar no time sem esse guapo, será um desastre e o que mais tem assustados os romanistas é de propostas mirabolantes cada vez mais latentes no que diz respeito ao goleiro brasileiro. Además é ótimo ver Nainggolan se reencontrar com o gol é a resposta no momento certo para um time que fica muito na Dzeko dependência, já que Schick realmente parece ser um caso perdido que dói vertiginosamente principalmente nos cofres do clube. Que esse momento demore para acabar e que seja uma resposta válida para finalmente estabilizar a equipe.  

Síntese: Corriere dello Sport

Roma, Números. Uma tendência surgida já na temporada passada e que Di Francesco confirmou. Máquina de jogar no campo adversário. No campeonato foram 9 vitórias fora de casa 4 empates e apenas uma derrota: que ritmo!

Por: Guido D’Ubaldo

É uma Roma que voa fora de casa. Obteve até agora 9 sucessos, os mesmos conquistados no Olímpico. Mas diante da própria torcida coleciona também cinco derrotas, enquanto uma apenas fora. Que é aquela contra a Juventus, em dezembro, que poderia ter evitado nos minutos de acréscimo com a incrível chance de Schick cara a cara com Szczesny. Em campo externo a Roma perdeu apenas uma vez nas ultimas vinte e uma partidas. Uma tradição favorável que na temporada passada, da derrota para a Sampdoria por 3 a 2 do dia 29 de janeiro de 2017. Desde então com Spalletti como trenador foram outras sete partidas vencidas fora de casa e depois começou a marca positiva de Di Francesco, que perdeu apenas uma vez e empatou quatro. É toda uma equipe que fora sabe dar mais. Talvez porque consegue desfrutar melhor os espaços e contra atacar. Talvez porque alguns jogadores não sentem a pressão da torcida, quando as partidas se desenvolvem mal. A Roma conquistou os três pontos em Crotone que lhe permitiu manter a distancia Lazio e Inter na defesa da terceira colocação. Contra os calabreses sempre venceu nos quatro confrontos pela Serie A e não sofreu gol. Abriu o placar com El Shaarawy, seu sexto gol no campeonato, os últimos três realizados fora de casa. O faraó realizou cinco dos seis gols no primeiro tempo. E inclusive Nainggolan voltou a marcar em campo externo. Não ocorria desde abril do ano passado, em Pescara.

MELHOR FORA. Faz refletir o rendimento da Roma nesse campeonato. Dos 59 pontos conquistados até agora, 31 foram arquivados fora, onde houve uma partida a menos. Apenas Juve e Napoli venceram mais que os giallorossi fora de casa e o mesmo número de sucessos (9) obteve apenas a Lazio. Di Francesco escolhe o mesmo comportamento tático em todas as partidas, mas em jogos fora a Roma pena menos para encontrar espaços. No Olímpico a equipe giallorossa se encontrou em dificuldades contra adversários que se fecham muito. Com o Sassuolo e Atalanta, de modo particular, foi assim.

SOFRE INCLUSIVE MENOS GOLS. A defesa da Roma é a segunda melhor do campeonato depois do Napoli no formato da viagem: Alisson sofreu oito gols nas quatorze partidas disputadas, em oito das quais manteve o gol inviolado. Ontem o goleiro brasileiro foi providencial se opondo a Trotta, lançado para o gol depois do erro de Fazio. Mais uma vez o ex-jogador do Internacional de Porto Alegre demonstrou seu valor. A confirmação da Roma na Champions inclusive para a próxima temporada passa inclusive pela campanha fora de casa e pelas nove partidas que restam daqui até o final do campeonato a equipe giallorossa jogará mais quatro em campo externo.

@ziacoco_

CROTONE (433): Cordaz; Faraoni, Ceccherini, Capuano, Martella; Stoian (70′ Simy), Mandragora, Benali; Ricci, Trotta, Nalini (23′ Barberis (77′ Crociata)) A disp.: Festa, Viscovo, Sampirisi, Ajeti, Pavlovic, Zanellato, , Markovic, Diaby Téc.: Walter Zenga

ROMA (433): Alisson, Bruno Peres, Fazio, Juan Jesus, Kolarov, Nainggolan, Gonalons, Pellegrini (65' Strootman), Gerson (71' Florenzi), Dzeko, El Shaarawy (83' Under)

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