UMA ESPERANÇA DE COPA E DE CAMPEÕES
A determinação coroou o jogo de hoje. É bastante esclarecedor quando pela terceira vez consecutiva o time conquista uma vitória, ainda mais fora de casa, ainda mais em Udine, nada fácil jogar lá. Mas ainda é mais evidente que a equipe mudou a postura, ganhou confiança e principalmente no setor defensivo uma compactação priva de elogios coroando mais uma vez a estrela do goleiro brasileiro Alisson, cada vez mais distante da Roma jogo após jogo infelizmente pelas belas apresentações desenvolvidas. Isso alivia o torcedor romanista, porque era evidente os ares desanimadores em virtude dos últimos meses de performance do time tirando a graça da Champions. É claro que isso não afasta os famigerados papelões que a Roma costuma produzir na competição, mas pelo menos saber que o time se encontrou nessas ultimas partidas é mais confortante.   

Síntese: Il Messaggero

A Roma de Under sobe ao pódio. Cengiz e Perotti decretam a vitória em Undine: os giallorossi agora estão na terceira colocação passando a Inter com uma apresentação convincente em vista da Champions

Por: Ugo Trani

UDINE A Roma voltou. Em sete dias da quinta para a terceira posição, passando Lazio e Inter. Será o retorno a Champions ou, mais banalmente, o do turnover, mas a exibição no Dacia Arena teria anulado toda perplexidade. E não faz mal que bater a Udinese por 2 a 0, esperou até a metade do segundo tempo, coroando no momento Under, 4º gol em 3 partidas, e encerrando em prática apenas alguns segundos antes da recuperação de Perotti. A diferença está no comportamento da equipe, sempre propositiva e deste modo eficaz. O 4-2-3-1, escolhido no dia 4 de fevereiro no Bentegodi contra o Verona, serviu mais uma vez. Observe então que, com esse sistema de jogo, vieram três vitorias seguidas, preciosas para a classificação e para o futuro. E o feito convence também porque é muito compacto: 14º clean sheet da temporada (11º no campeonato).

TODA AVANTE

Di Francesco, entretanto, mantém próxima a zona Champions com o sétimo sucesso externo desse torneio. Mas sobretudo toma ato essa reação do grupo. Que depois de dois meses e meio, fora capaz de mostrar a qualidade no jogo e contemporaneamente a continuidade na prestação. A ultima vez consegue no Franchi, no dia 5 de novembro, superando por 4 a 2 a Fiorentina. Aquele dia custou alguma distração. Coletiva e não exclusivamente defensiva. Em Udine, ao contrário, com Alisson extraordinário mais com os pés do que com as mãos, regista adjunto atrás da linha a quatro, sempre teve controle da partida.

A SENSO ÚNICO

A Roma, reencontrando o espirito das jornadas melhores, fez em suma a partida. O 4-2-3-1 foi rapidamente dinâmico e envolvente, mesmo se ficou longo excessivamente porque Under pareceu muitas vezes em atrazo quando reveria reentrar. Como fez, ao contrário, El Shaarawy que porém compensa o sacrifício, perdendo a lucidez diante de Bizzarri. Nainggolan, depois do inicio lento, se acende e empurra os companheiros para o assalto. De Rossi é o mais estático dos meio campistas, mas não há nada que se surpreender: volta como titular depois de um mês e meio e prefere não forçar. Joga de primeira e participa com precisão na posse de bola. Pellegrini, mostrando a agressividade de sempre, dá impressão de ser frenético, dando prioridade a corrida e não a qualidade. O setor completamente diferente daquele mostrado em emergencia contra o Benevento, funciona. A Udinese, prudente com o experimentado 3-5-1-1, tem a única chance na retro passagem lenta de Jesus, mas Alisson de pé antecipa Perica. Under, ao contrário, pede o pênalti depois de um toque de mão de Adnan: Di Bello, orientado pelo Var, não concede. Da metade do segundo tempo, entretanto, a iniciativa é apenas giallorossa. Under inicia o arremate ao alvo, mas o mais perigoso é El Shaarawy que desperdiça 3 ocasiões sem porém enquadrar jamais o gol. Dzeko trabalha, ao contrário, para os outros que por si só. E o fará até o fim. Alisson é mais uma vez bravo contra Perica. Mas Oddo, inserindo Jankto no lugar de Behrami, certifica a sua derrota no derby entre treinadores do Abruzzo. Mesmo porque Di Francesco insere Perotti no lugar de El Shaarawy e, depois de alguns segundos com a bola reconquistada por Pellegrini e a abertura veloz de De Rossi, vai a dama: conclusão improvisada de esquerda de Under para a a vantagem. Agora a rotação, pensando no jogo de ida contra o Shakhtar Donetsk (quarta a noite em Kharkiv), pode prosseguir na corrida: fora De Rossi e a seguir Under, dentro Strootman e no final Defrel que participa da ação do bis de Perotti que, enviado a conclusão por Nainggolan, faz gol depois de 3 meses. Aqueles que vieram do ultimo tris no campeonato.

@utti60

UDINESE (352): Bizzarri; Larsen, Danilo, Samir; Widmer, Fofana, Behrami (61' Jankto), Barak, Ali Adnan (78' Balic); De Paul, Perica (76' Maxi Lopez). A disp.: Scuffet, Borsellini, Nuytinck, Angella, Pezzella, Zampano, Ingelsson. Téc.: Massimo Oddo

ROMA (4231): Alisson, Florenzi, Manolas, Fazio, Juan Jesus, De Rossi (74' Strootman), Pellegrini, Under (86' Defrel), Nainggolan, El Shaarawy (69' Perotti), Dzeko

Cartões: 49’Larsen, 62’Perica, 77’Dzeko, 88’Jankto

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