SINAIS ALARMANTES
Era esperado que Eusebio Di Francesco teria trabalho para remanejar o time com a chegada das novas aquisições e também compreensível que não faria milagres da noite pro dia mesmo se teve um longo período para tentar esquematizar uma formação decente possível de ludibriar a sofrida nação giallorossa por mais uma temporada. Mas não há como se engolir o baixo rendimento de cartas da estirpe de Javier Pastore - e não me venham acrescentar que se trata uma fase de adaptação porque a respeito de Serie A estamos falando de macaco velho no pedaço - que na sua segunda exibição já demonstra uma certa indisposição e ar de indiferença a uma lógica reação face a sua contratação consideravelmente onerosa. Bastou aumentar o grau de dificuldade um pouquinho (é uma equipe da segunda divisão) que a proposta giallorossa para 2018/19 mostrou-se questionável principalmente no que diz respeito a capacidade de produzir gols: de nove diante de um time da Série D para apenas 1 contra o Avellino.

Síntese: Corriere dello Sport

Não basta Schick: Paghera frustra Di Francesco aos 92’. Depois dos 9 a 0 aplicados no Latina apenas um empate no amistoso de Frosinone para os giallorossi, atentos agora para a turnê nos Estados Unidos.

Por: Guido d’Ubaldo

Sexta-Feira 20 de julho de 2018 - Frustração no final da partida para a Roma, que depois dos 9 a 0 aplicados sobre o Latina (Série D) no debute da nova temporada, apenas empatou em 1 a 1 contra o Avellino no segundo amistoso disputado no Stirpe de Frosinone. Depois de um primeiro tempo sem gols, no segundo se encarrega Schick a desbloquear o marcador, mas Paghera encontrou o gol do empate nos acréscimos consolando assim em parte os companheiros depois da exclusão da Série B contra a qual o clube verdibianco entrou com recurso.

O PRIMEIRO TEMPO - Di Francesco insiste com o 4-3-3 escalando a nova contratação Justin Kluivert no tridente com El Shaarawy e Dzeko, enquanto ao lado do regente De Rossi ficaram Cristante e Strootman e - na expectativa de um herdeiro para Alisson - Mirante atrás da linha defensiva de quatro formada por Karsdorp, Marcano, Manolas e Santon. O peso do trabalho de preparação se fez sentir e os ritmos foram elevados, mas Kluivert presenteia entretanto apenas alguns lampejos e Dzeko juntamente com El Shaarawy tentam (em vão) levar algum perigo ao time da Campania. Gritos e reprovações então da parte do técnico para os meio-campistas e zagueiros, com Mirante autor de uma bela defesa em uma cabeça de Mokulu.

SEGUNDO TEMPO - No tempo complementar a ciranda de trocas e entra também em campo o vivaz Shick - o melhor dos giallorossi nesta primeira fase do retiro - que aos 52’ consegue abrir o placar depois de um cruzamento de um positivo Perotti. O mesmo argentino logo em seguida chega próximo de ampliar mas o goleiro biancoverdi lhe nega o tento com uma grande proeza, enquanto Pastore parece ainda precisar de tempo para se inserir nos mecanismos romanistas. No outro fronte o Avellino mostra caráter, não se entrega e depois de uma boa jogada de Ardemagni é então Paghera a superar Fuzato e achar o gol de empate com o qual se encerra o match. Um balde de agua fria que servirá como lição para Roma, na expectativa da turnê americana.

ROMA 433: Mirante (62' Fuazato), Karsdorp (62' Defrel), Manolas (46' Juan Jesus), Marcano, Santon (62' Bianda), Cristante (45’(83’Bouah)' Coric), De Rossi (46' Gonalons), Strootman (46' Pastore), El Shaarawy (46' Perotti), Dzeko (46' Schick), Kluivert (46' Under),

AVELLINO (3-5-2): Di Gregorio; Perorini, Migliorini, Morero; Wilmots M., Laverone, D’Angelo, Di Tacchio, Kawaya (16′ Curado); Mokulu, Castaldo. A disp.: Pizzella, Bastianello, Ngawa, Houdret, Moretti, Evangelista, Camara, Paghera, Molinaro, Siciliano, Moreschini, Wilmots R., Ardemagni, Bidaoui. Téc.: Michele Marcolini.

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