TRISTE REALIDADE
É como se realmente essa Roma fosse um jogo eletrônico em que no início começasse na fase fácil, como foi com o pobre Latina. Depois mudasse para o nível moderado, onde mostrou-se já limitado e incapaz de desempenhar o objetivo. E claro finalmente a fase difícil que de fato evidenciaria o quanto despreparada está ao enfrentar adversários que realmente contam na hora do vamos ver. A boa notícia, nesse emaranhado de incertezas sobre o que será da Roma nessa temporada, é a notícia da chegada de um goleiro decente que poderá dar algum alento a torcida romanista órfã de Alisson.

Síntese: Il Messaggero

A defesa abre muito o Tottenham corre e se diverte fazendo gols

Por: Luca Tongui

SAN DIEGO - Levar quatro gols faz mal para o moral, mesmo se trata de um amistoso disputado a 16 dias do inicio da pré-temporada e quatro após uma viagem intercontinental de 14 horas que balançou o ritmo dos jogadores. Os 4 a 1 do Tottenham (Spurs sem nove jogadores de seleções, inclusive eles começaram a preparação no di 9 de julho) é possível analisar sem fazer dramas, porque pode representar um ponto para Di Francesco sobe como integrar o elenco no imediato futuro e sobre qual setores concentrar-se nos próximos treinamentos. Seria inútil fazer uma lista de promovidos e reprovados, porque do jogo de quarta-feira a noite grande parte da equipe saem com os ossos quebrados: Mirante poderia evitar pelo menos dois dos quatro gols sofridos no primeiro tempo (durante a partida chegou Olsen juntamente com Kolarov e Fazio), Santon se esqueceu de marcar Lucas Moura em um dos dois gols (assim como Manolas o espanhol Llorente), Cristante estava atrasado na compreensão dos módulos e movimentos, Gonalons não dá certeza na posição de meio-campista central e Pastore pareceu bastante estático não obstante a grande qualidade em distribuir as bolas.

MAIS UMA VEZ SCHICK - O único gol dos giallorossi veio de Schick que de costas para o gol recebeu uma bola do ex-PSG, se girou no meio de três adversários e marcou o gol da momentânea vantagem. O tcheco se confirma matador do pré-campeonato (5 gols em 3 jogos) além de ser o jogador mais em forma do elenco de Di Francesco, um comportamento que traz bom auguro depois da temporada anterior frustrante. Patrick pode representar a justa alternativa para Dzeko, o bósnio jogou 30 minutos do segundo tempo sem ameaçar o gol adversário mas dando trabalho a Gazzaniga com um arremate venenoso em movimento na segunda trave. A roubar atenção na Roma do segundo tempo, porém, foram Kluivert e Coric: o holandês deu uma demonstração de seus grandes dotes físicos com descidas letais que deixou sentados os adversários; o croata (posicionado como meia atacante por necessidade) colocou para fora a personalidade com chutes apimentados e potentes. Under não terminou a partida devido a uma contusão no tornozelo que será monitorada futuramente, no momento dúvida para o jogo contra o Barcellona (31 de julho em Dallas, ás 19:05 horário dos EUA). No final do jogo Di Francesco não poupou ninguém: “Que a derrota sirva de lição, decepcionamos na prestação física e na pegada. Em Roma todos estão apressados: ou somos de Champions ou de brigar pelo não rebaixamento. O crescimento passa também por estes jogos”.

ROMA 433: Mirante (82' Fuzato), Santon (82' Florenzi), Manolas, Juan Jesus (60' Marcano), Luca (72' Bianda), Cristante (60' Strootman), Gonalons (60' De Rossi), Pastore (60' Coric), Under (50' Under), Schick (60' Dzeko), Perotti (60' Pellegrini),

TOTTENHAM (4231): Vorm (62′ Gazzaniga); Aurier, Carter-Vickers, Davies, Walker-Peters (82′ Georgiou): Amos, Sissoko, Eriksen (62′ Skipp), Lamela (78′ Sanchez), Lucas (82′ Nkoudou); Llorente (62′ Son). A disp.: Whiteman, Eyoma, Marsh. Téc.: Mauricio Pochettino

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