UMA ROMA ENGATADA
As bolas na trave de Kolarov e Dzeko (duas por sinal) pareciam ser o único sinal emocionante para os romanistas nesse primeiro jogo de campeonato, para não falar daquela de Rincon, mas essa no caso, mais assustadora. Felizmente a lei do ex não tomou forma, quando Iago Falque colocou o Torino na frente, mas seu gol foi anulado corretamente após analisarem irregularidade no lance. Olsen já no seu primeiro jogo oficial demonstra que não precisamos ter saudades de Alisson… Mas definitivamente um sinal foi dado em campo hoje que resultou no golaço de Edin: o futebol apresentado pelo holandês Justin Kluivert foi delirante no tempo em que esteve em campo e pode significar esperança para a torcida em um futuro não muito distante.

Síntese: Gazzetta

(Torino 0-1 Roma) Gol de Dzeko aos 89’. O bósnio pune os granadas depois de ter acertado duas bolas na trave. Acertaram o pau também Kolarov e Rincon. Gol anulado de Iago pelo VAR (impedimento de Aina) e super ocasião com Belotti e Falque. Expulso Mazzarri.

Por: Filippo Grimaldi 

(Torino 0-1 Roma) Gol de Dzeko aos 89’. O bósnio pune os granadas depois de ter acertado duas bolas na trave. Acertaram o pau também Kolarov e Rincon. Gol anulado de Iago pelo VAR (impedimento de Aina) e super ocasião com Belotti e Falque. Expulso Mazzarri.

19 DE AGOSTO DE 2018 - TURIM

Mensagem a primeira classe: a Roma se candidata a protagonista para os escalões altos da Serie , vencendo um jogo difícil na casa do Torino graças a uma invenção de Dzeko (que já havia acertado duas bolas na trave) justo nos acréscimos. E a equipe de Mazzarri? Tem muita substancia e um futuro seguro, no momento pelo qual Mazzarri (expulso aos 36 do segundo tempo por ter pedido com muita veemência um pênalti por um empurrão de Fazio sobre Iago Falque) poderá contar com as aquisições que concluíram o mercado. Ontem se viu a substancia que pode garantir Soriano, para Zaza precisará tempo. Em suma, se o final dessa partida era misturar as expectativas ambições, os sinais são encorajantes para ambas equipes.

ASSISTÊNCIA DE KLUIVERT - A equipe de Di Francesco mereceu provar até o fim, capitalizando no momento mais difícil quando havia semeado durante o jogo. O Toro não deve reclamar muito: Iago Falque e Belotti confirmaram uma excelente sintonia, a defesa garante qualidade, Ola Aina (que entrou no lugar do lesionado De Silvestri) convence. Decisivo, entre os giallorossi, a entrada de Kluivert, que garantiu grande força a equipe, servindo a assistência para o gol. A Roma confirma a capacidade de partir com o pé justo no campeonato, mas a equipe de Mazzarri a fez sofrer. Di Francesco prefere Strootman ao invés de Cristante em um meio campo onde na cabine de comando tem De Rossi com neo contratado Pastore, uma das únicas duas contratações realizadas (a outra é Olsen) escalados desde o inicio.

O FESTIVAL DE TRAVES - O Toro parte bem, pressiona forte, para os dez minutos iniciais é mais propositivo que uma Roma observadora, mas que começa a sair aos 13 minutos, quando Kolarov abre para Under e os granadas salvam em afano. É o melhor momento do primeiro tempo para a equipe de Di Francesco, que acerta a trave direita de Sirigu aos 15’ com Kolarov, e aproveita das condições precárias de De Silvestri, obrigado a sair com um problema nas costas depois de um encontrão com Kolarov. Os dois time-out da partida concedidos por Di Bello deixam entender que o quente é realmente intenso e no final do primeiro tempo o ritmo cala vistosamente, mesmo se Dzeko por duas vezes chega perto de marcar acertando a trave externa a direita de Sirigu. A Roma entende que sua corrida pela direita pode fazer mal, e dali busca se aprofundar, encontrando pela frente um Moretti sempre atento. Rincon faz barulho no final da primeira fração: travessão.

“GENOVA GENOVA” - No início do segundo tempo (3’) o episódio contestado pelo gol anulado de Iago Falque devido ao impedimento de Ola Aina assinalado pelo VAR. Di Francesco avança a posição de Pastore e insere Cristante na mediana, tirando El Shaarawy, mas o duelo permanece bloqueado e a musica parece ser a mesma do primeiro tempo. Equipes distribuídas, até que depois do pênalti invocado pelo Torino, chega pérola aos 89 minutos de Dzeko, que se aproveita de um erro de Ola Aina: um a zero e o Toro desafortunado não se levanta mais. Os homens de Mazzarri saem aplaudidos: a torcida entendeu, a equipe tem. Cumprimentos aos torcedores: o coro “Genova, Genova” da Maratona, repetido pela curva giallorossa, não há necessidade de comentários.

@FilippoGrimaldi

TORINO (3-5-2) Sirigu; Izzo (34' s.t. Bremer), Nkoulou, Moretti; De Silvestri (26' Ola Aina), Baselli, Rincon (41' s.t. Soriano), Meité, Berenguer; Iago Falque, Belotti. (Ichazo, Rosati, Lukic, Ljajic, Damascan, Parigini, Djidji, Zaza, Ferigra). Téc.: Mazzarri

ROMA (433): Olsen, Florenzi, Manolas, Fazio, Kolarov, Strootman, De Rossi, Pastore (76' Schick), Under (70' Kluivert), Dzeko, El Shaarawy (60' Cristante)

Cartões: 30’Fazio, 57’Iago Falque, 84’Florenzi, 90’Dzeko

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