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Serie A: Di Francesco nervoso, mas jovens evoluindo
08/11/2018 às 22:06

Meia rodada de repouso depois o retorno fraco pungente e renovador de Moscou. Servirá para Roma buscar um reset - mais mental que físico - clarear as idéias dos tormentos e fantasmas que assediaram a equipe e seu treinador nas últimas semanas. A classificação, agora quase segura, as oitavas de final da Liga dos Campeões é hoje a base de partida que um ponto de chegada. É como uma partida de ignição: com a Champions League a Roma compensou aquilo que não fez no campeonato. A vitória no estádio Luzhniki (terceira consecutiva dentro da competição depois da derrota do Bernabeu na estréia), por quanto controversa e facilitada diante de um adversário em dez e um gol decisivo irregular, consente afastar o alarme vermelho. E acalma as tormentas, a começar pelo treinador, irritado, nervoso e desestabilizado dos muitos rumores e por fim alguns urubus (veja o caso Paulo Sosa). Mas que entretanto não pode permitir-se outros clamorosos escorregões, a começar pela partida diante da Sampdoria domingo no Olímpico.

As caras falam mais que todo o resto. Di Francesco está bastante irritado, porque mesmo quando vence vê sempre uma Roma sobre a corda bamba, que arrisca muito e não leva ao cumprimento as suas idéias de um futebol total e agressivo. E mesmo quando o adversário é objetivamente de nível inferior (no caso o CSKA). A adrenalina da partida deixou Di Francesco bastante nervoso; a noite que conquistou a liderança do grupo pela Champions o derrubou e o acalmou.

Está feliz e cada vez mais seguro de si mesmo Kostas Manolas, jogador indispensável para a estabilidade defensiva da Roma, mas também o homem que busca o gol na área adversária. Ocorrido já na temporada passada contra o Barcelona, consentindo de construir o resultado clamoroso que mandou a Roma para as semifinais da Liga dos Campeões contra o Liverpool. “Sou o homem Champions, a Roma pode colher grandes satisfações” disse o grego, satisfeito dos próprios meios e também da progressiva afirmação pessoal (um ano antes prolongou seu contrato até 2022).

Se tornou um ponto base da Roma Lorenzo Pellegrini, o meia do qual depende a grande parte do jogo e da trama ofensiva. Vindo para assumir aquela posição por puro caso e contingencia, Lorenzo Pellegrini é hoje um jogador indispensável e também o coringa a ser colocado quando pedido (um pouco mais adiante, um pouco mais atrás) nas segundas ausências, lesões, etc. a sua definitiva explosão colocou de lado Javier Pastore - principal compra da Roma no mercado estivo - que entre lesões e inevitáveis dualismos nesse momento, não consegue se firmar. Em Moscou Pastore estava na tribuna. “Estamos nos conhecendo cada vez mais” diz Pellegrini, candidato a se tornar o novo homem faro da Roma. o novo papa e com o devido respeito aquilo que um pouco fazia Totti, e que ninguém podai objetivamente fazer seguido em tal nível. Enquanto Bryan Cristante é nesse ponto sobretudo o vice de De Rossi. Lentamente - mas correndo sempre mais… - está começando a achar seu caminho.

Justin Kluivert também foi bem em Moscou, Di Francesco descartou a carta com muita segurança: “É um ’99 - disse o técnico - vamos dar tempo para ele”. E ocasiões para jogar. Kluivert Jr. demonstrou uma boa relação com o resto da equipe e sobretudo obrigou muitas vezes o CSKA a fazer falta e dar assim a necessária contribuição sobre as bolas paradas. O problema agora é obter continuidade com tanta juventude, tarefa difícil e arriscada.

A outra cara de uma Roma que começa a funcionar e a sair do túnel é porém compensada com um belo acumulo de outros defeitos e desaparecimentos incompreensíveis. O jogo da Roma não sempre sabe se impor, é espalhado - como já se era visto em Nápoles e Florença, entretanto dois empates fora de casa contra equipes importantes - não se tem noticia de Edin Dzeko, que desta vez não acordou nem mesmo com a musiquinha da Champions League. A Roma em Moscou venceu com Manolas e Lorenzo Pellegrini, dois precisamente não voltados a produção de gols.

Contra  Sampdoria domingo poderá voltar De Rossi, e nas pontas poderá retornar Under e El Shaarawy (com Florenzi novamente como lateral direito). Fica a dúvida Pastore, enquanto Schick quer pelo menos uma nova chance no ataque. Mas o caso Dzeko é muito delicado de difícil gestão. A única coisa certa, como diz Di Francesco, é que “não se pode brincar”.

Fonte: Fabrizio Bocca (La Repubblica)
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