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Serie A: Não iremos para Turim para passear (Di Francesco)
Postado por: lupulus 22 Dez 2017 às 13:13

ROMA - “Como jogador tive a possibilidade de ir para a Juventus, mas não fui porque estava convencido que poderia vencer com a Roma. Aqui pode ser tudo magnifico, existe o sol, mas se pode vencer…”. A Juventus evoca recordações doces a Eusebio Di Francesco (“espero amanhã de rever as mesmas alegrias que provei no ano do título quando marcou Nakata”) que em Turim naquele 2 a 2 do dia 6 de maio de 2001 trouxe junto uma bela fatia do título. O jogo de amanhã é entretanto uma outra história ou, talvez um outro capitulo da infinita rivalidade: “Não iremos em Turim para passear - adverte Di Francesco na coletiva de imprensa as vésperas do jogo - É uma partida importantíssima e queremos fazer um resultado positivo”. Dito que Dzeko parte como titular (“Não marca a três jogos? Quem sabe os fará todos juntos”), o técnico não escolhe as reservas sobre Schick (que entretanto deverá se acomodar no banco) e diz abertamente de querer mudar a mentalidade” porque “a Juventus deve ser um exemplo para poder se tornar grande. Mas é belo fazê-lo aqui, onde existe o sol e um público magnifico…”.

Di Francesco, no estádio juventino a Roma nunca obteve nenhum ponto, como se prepara uma partida assim?
“É um jogo importantíssimo, mas não decisivo. É importante do ponto de vista psicológico e mental, devemos procurar o resultado positivo sobre um campo nada fácil, mas sem mudar a identidade que conquistamos. Não iremos em Turim com o objetivo de presentear algo ou de fazer um passeio. Os resultados infelizmente determinam tantos discursos, como ocorreu na Copa Itália, determinam os juízos, mas um resultado positivo amanhã daria novamente grande força e entusiasmo no interior da equipe, seria uma resposta importante para todo o grupo”

Allegri disse que a Roma é a antagonista mais perigosa para o título…

“Eu agradeço, mas ele sabe muito bem como vencer. Allegri é um grande treinador sob todos os pontos de vista. Falou de números ligados a Alisson e da nossa defesa, que são importantes, e espero poder confirmá-los amanhã”

Quem voce teme mais na Juventus?
“A Juve tem tantos jogadores importantes: Higuain é letal, Dybala um fora de série, Mandzukic com as suas características físicas acaba com equipe que se defende”.

Como estão Dzeko e Schick?
“Dzeko está vivendo esse momento com serenidade e conta de voltar a fazer gol. Mas antes de tudo quer ajudar a equipe a vencer. Quem sabe os marca tudo de uma vez só… Estou convencido que o duelo Dzeko-Higuain poderá determinar o resultado final. Schick ao contrário, está crescendo no condicionamento e de fato fazer gol ajuda. Se joga amanhã porém não vos falo. Fez dez partidas na Samp e alguns gols, mas deve demonstrar o seu talento; sinto a Juve que diz que Dybala ainda deve amadurecer e vós me falais de Schick de um jogador recém chegado. Se deve entender a mentalidade de um lugar a outro, deixem-o crescer, vos digo que tens talento, mas vamos fazê-lo amadurecer”.

Depois do derby a Roma perdeu 2 partidas e empatou 2. O que aconteceu com o nível de brilhantismo?
“Esta equipe está em crescimento do ponto de vista físico, mas as prestações são avaliadas em base aos resultados vocês tem razão. Não conta a qualidade, mas o valor da corrida. Nós faltamos apenas no gol, mas o Torino nos massacrou de certo. Fomos ingênuos sobre o pênalti, mas acredito que fizemos melhor contra o Toro do que contra o Cagliari no campeonato. Agora devemos retomar o caminho e fazê-lo no campo, não com burburinhos”.

Se tiver um pênalti quem irá cobrar?
“Irá cobrar De Rossi (sorri). O cobrador é sempre decidido antes, com o Torino nem Dzeko nem Perotti porque não eram titulares. Edin sentia-se em condição de cobrar e o fez. Amanhã eu irei escolher. Mas não quero dar vantagens a quem estará no gol (Szczesny) que já conhece bem os jogadores da Roma”.

Sem a Copa Itália, o jogo de amanhão toma outro valor?
“Quarta-feira entramos em campo para buscar o resultado na competição. Dito isto, infelizmente analisar uma partida do tipo é difícil. Fomos ingênuos, tivemos pouca conclusão no gol. Agora temos outros dois objetivos que são os de chegar o mais longe possível no campeonato e ir adiante na Champions. Não passamos em um instante das estrelas para os estábulos… Estamos aqui para obter o máximo”.

O senhor viveu este jogo inclusive como jogador: que partida é para o Senhor Juventus-Roma?
“Sempre foi uma partida complicada, difícil. Até mesmo aquela que nos concedeu o título italiano (2-2 do dia 6 de maio de 2001). A Roma não vence em Turim a sete jogos: é um jogo que vivo com grande tensão. Espero amanhã reviver as alegrias que provei no ano do título quando marcou Nakata”.

Existe a sensação que para vencer precisa ir além e se sim quanto ele influi no rendimento dos jogadores?
“Como jogador tive a possibilidade de jogar na Juventus, mas escolhi a Roma. Para mim foi belíssimo conseguir obter algo importante aqui. Me agradaria mudar a mentalidade e os juízos prematuros para render mais solido o ambiente. A Juve deve ser para nós um exemplo para poder se tornar grande, mas é belo da mesma forma fazê-lo aqui, onde tem o sol e um publico magnifico…”
Fonte: La Republica (Michela Cuppini)
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