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: O remédio para o mal de gol é uma questão de Fé (de)
17/12/2017 às 21:23

Da série: se não marca ele, não marca ninguém. Um problema. A seguir houve um período da Dzeko-dependência. Isto é, na equipe de Eusebio Di Francesco marcavam todos menos o bósnio. Da série: havia lhe advertido que era um pangaré. Um grosso problema. Depois veio o jogo na casa do Chievo no qual realmente ninguém marcou e, surpreendentemente, veio novamente em mente: Quanto faz falta Salah.

Descobriu-se o mal de gol giallorosso: a ausencia de Salah, 8 gols na temporada passada. Sim, Salah. Mas o que tem haver Salah? Se agora na Roma estão faltando os gols de quem fora contratado para jogar (mais ou menos) no lugar do egípcio? Isto é Schick em primis depois Defrel (6 gols na temporada passada nesta mesma época) e também Cengiz Under. Apenas que, como geralmente ocorre, sempre tem razão os ausentes, ou por assim dizer os ex, tipo quando se tem vontade de encontrar uma cômoda, batida solução ao problema.

Deste modo, dado que Salah ontem a noite não poderia entrar em campo, Di Francesco fora obrigado a empregar o tridente composto por Dzeko mais Schick e Perotti. Curiosidade imensa para descobrir a confiança sobre o gol adversário do inédito terceto, chamado para dar substancia as tantas potenciais ocasiões criadas sistematicamente pelos companheiros. 

Pouca coisa, a ser sinceros, na primeira fração de jogo: Schick a direita, Perotti do outro lado e Dzeko no meio. Um monte de lampejos, duas meia ocasiões nada mais. E dato, o famigerado respeito ao recente passado, para a Roma, sob o ritmo de pouca qualidade, uma escassa produção de ocasiões mesmo com 4 pontas todos juntos. Um passo para trás em relação as precedentes exibições, e isto é um elemento mais negativo do pressuposto ou real mal de gol. Muito além do pênalti não convertido por Perotti no bruto segundo tempo.

Apenas que o futebol, sabeis a perfeição, é uma bruta besta e assim, não obstante uma prestação insuficiente, a Roma conseguiu vencer a partida no ultimo respiro com o seu Comandante. Fazio, um dos centrais da melhor defesa do campeonato, não um atacante. Mas o que tem have com quem faz gol? O importante é que alguém faça. Se pode vencer inclusive sem Salah, basta ter Fede (fé)…

Fonte: Il Messaggero
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