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Roma: Os seis motivos da crise
05/11/2018 às 18:55
MOSCOU - Pequeno vademécum (vem comigo), parcial e em atualização, para orientar-se no ventre da multiforme crise da Roma. Crise de não muitos pais em questão mas um apenas na direta correspondência genética. No momento do desembarque em Moscou do grupo, nono no campeonato e muitos anos luz da Juventus (mas não deveria ter chegado um título em cinco anos?) para o jogo de volta diante do CSKA (quarta-feira no estádio Luzniki) pela Liga dos Campeões, incomum e extraordinário oásis da serenidade e bem estar, se procede a identificação dos pressupostos culpados.

EDIN DZEKO APAGADO - A grande garça que heroicamente a menos de um ano atrás  ignorou as sirenes do Chelsea, que tracionou a Champions passada, o extraordinário e potente homem gol voltou a errar de cara com o gol vazio e a trotar desorientado em proximidade a grande área. A ele é dirigido bufos, nervosismos, insensibilidade, extrações e deficiências aos chamados do treinador. O gol - exceto na Liga dos Campeões (5, entre Viktoria Plzen e CSKA) é enfim uma voz perdida na floresta. Sendo ele insubstituível - quem no seu lugar? - pesa bastante no rápido despertar. Mas a ninguém, nem mesmo ao técnico, é conhecido.

O PROCESSO A DI FRANCESCO - Busca a Roma com a lanterninha de Diógenes, desfazem e refazem a equipe e ele a faz e desfaz do seu modo. No futebol o chamam de turn-over, mais banalmente significa também concluir-se que desse modo não vai e então vamos tentar desse outro aqui. Por tentativas para entender-se. Sendo homem bom e justo, e faltando-lhe cinismo e adequado pêlo no estômago (como Spalletti que o precedeu por exemplo), sofre por erros dos outros e também dos seus próprios, declama e anuncia uma Roma que não existe, expõe teorias sobre jovens que não podem repaga-lo, confia ingenuamente em uma velha guarda (De Rossi, Dzeko, Manolas, Florenzi) então em depressão e sempre mais convencida que tanto vencer em Roma não é mais nem mesmo um opcional. Já candidato a demissão, vai avante de aposta em aposta. Até quando possível…

MONCHI, A MENTE - Planado em Roma como um marciano dos paraísos e das ilusões da Liga espanhola, o dirigente obedeceu a soberana leia da plurivalência as ordens do presidente Pallotta para fazer caixa com o mercado. Até que a Roma lentamente se erodiu e os novos não foram capazes de ficar a altura dos antigos. Sujeito a sinais e ilusões generalizadas, poderia também escolher por ir embora, deixando o trabalho pela metade. Uma vez que os dirigentes ficam reservados e nos bastidores, este é o preço que se paga em mostrar (muitas vezes) a cara.

OS FANTASMAS DE NAINGGOLAN, STROOTMAN E SALAH - A Roma que poderia existir, mas da qual jamais se teve certeza e segurança. A base da crise inclusive no aspecto da progressiva venda em pedaços de uma grande equipe. Mesmo se depois a base de cada partida e consequentemente negociação não existe apenas a intransigência do clube de fronte a sua estratégica politica. O ultimo homem Nainggolan não era depois assim extraordinário, Strootaman sempre recebia mais críticas que elogios, Salah queria muito a Premier League. Mas esses fantasmas rodeiam e perturbam os sonos romanistas.

PASTORE, SCHICK E KARSDORP NÃO CORRESPONDIDO - Para Lorenzo Pellegrini que pegou o vôo e para um Olsen que não fez ressentir o adeus de Alisson, existe depois uma longa lista de jogadores que não deixaram sinais. E que custaram inclusive muito (na esperança de refazer depois muito mais, óbvio). E quando o treinador se esforça em buscar nos reservas o homem que o tire do lodo quase nunca o resultado é satisfatório. Mas muitas vezes uma “esperança” que não lhe resolverá o problema ou o fará vencer a partida.

O VAR E OS VENENOS - No mais clássicos das “culponas” aparece então a fantasiosa do complotismo e das adversidades dos árbitros e vértices de poder. Em Florença (Banti) e o analisador de imagens (Orsato) certamente erraram, pecando por presunção ou por “excesso de regulamento”. isto não tira que não seja proibido fazer um monte de gols no desenrolar, depois do episódio incriminado, existiram em abundância. Os erros dos árbitros se anulam inclusive através de gols, mas agora se tornou um tabu. E um erro ao VAR é apenas aquilo que resta de uma partida errada. E talvez quem sabe uma Roma errada.
Fonte: Fabbrizio Bocca (La Republica)
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