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Serie A: Racismo? suspensão da partida se necessário (Rizzoli)
26/11/2018 às 17:33

ROMA - Promove sua equipe de apitadores Nicola Rizzoli, contente do rendimento do final de semana do campeonato. “Estamos satisfeitos: nunca é fácil, e dito isso depois de um domingo de Serie A, desta vez porém podemos ficar certamente”, o balanço do designador arbitral da Serie A, em entrevista para a Rai Radio Uno.

RIZZOLI: “AJUSTADO A INTERVENÇÃO E UTILIZAÇÃO DO VAR” - As luzes de alguma dificuldade inicial foi necessário corrigir um pouco o disparo na utilização do Video Assistant Referee. “Uma maior utilização do VAR? A intervenção é sempre em função da dinâmica do jogo, não apenas por uma vontade que é a de eliminar erros, o VAR deve ser usado de maneira melhor - explica o ex-juiz de jogos FIFA - mais que aumentar, precisamos ajustar um pouquinho a linha de intervenção e a utilização depois de alguns erros no início. Com os treinadores discutimos em um workshop interessante do qual saíamos com feedbacks positivos”. Em tal senso Rizzoli abre também a possibilidade de introduzir o VAR na Série B: “É uma questão de custos, seja em termos de recursos, que de pessoal. É um projeto que deve ser verificado plenamente antes de coloca-lo em prática. Precisa começar 100% e não pela metade. No momento pelo qual a Liga da Serie B encontrará recursos adequados, e não apenas econômicos, o VAR poderá encontrar espaço inclusive na B”.

“+ 20% DE CARTÕES POR PROTESTO É UM PROBLEMA CULTURAL” - Em todo caso a segunda temporada de aplicação do VAR na Serie A está produzindo efeitos que apenas em parte vão na direção esperada. Depois de um terço do campeonato diminuíram os penaltis. “As estatísticas mostram dados e reflexões a se fazer - comenta Rizzoli -. Na temporada passada aumentaram em 5%, mas não foi significativo, nesse ano porém diminuíram, mas se confrontamos as simulações, -40%, significa que atacantes e defensores estão mais atentos dentro da área porque sabem que existe um controle maior e determinadas situações não fogem mais dos árbitros”.

Sob o outro prato da balança depois de 120 partidas na A aumentaram 20% os cartões por protestos, em contrastes com a diminuição dos mesmos na temporada passada, quando a novidade havia levantado tais comportamentos. Esse an existiu uma retomada, evidentemente é um problema de cultura esportiva - sublinhou do designador - na temporada passada teve apenas um vermelho por protestos, este ano já estamos em dois. Com os treinadores concordamos que os árbitros devem fazer tranquilamente a utilização do VAR, ressaltando o papel do capitão. Dialogar é possível se existem conduções. Se se vai em 4-5 contra um, falar se torna impossível”.

“COROS RACISTAS? TRISTE COMBATÊ-LOS AINDA EM 2018” - Dito que, da próxima temporada, se trabalhará para “tirar” a voluntariedade da falta por toque de mão na área (“Na próxima temporada fazemos considerações objetivas para se chegar mais a uniformidade nas sanções”), Rizzoli está convencido que um arbitro não deva fechar um olho, como no caso da expulsão ontem de Inzaghi e Juric: “Existem momentos em que ocorrem reações ou emoções, mas quando se tomam decisões, que são sempre difíceis, precisa-se também aceitar ou levar em conta que foram além. Depois que a pressão passa, se entende que precisa-se aplicar as regras: fechar os olhos é uma questão cultural a superar por respeito das pessoas”

Inclusive na última rodada foram sentidas ofensas aos torcedores adversários, com coros em particular em Udine e Turim. “Conversamos com o presidente da FIGC Gravina, e são comportamentos absolutamente a se perseguir. Estamos em 2018, é triste pensar que precisa combater certos coros, mas é realidade. Existe um procedimento oficial, estabelecido pela UEFA e FIFA, para punir episódios de racismo e discriminação territorial: o árbitro tem o dever antes de mais nada de parar o jogo e fazer um anúncio público; se então continuar, deve parar novamente o jogo, colocar os jogadores no meio do campo para fazer outro anúncio; se os coros continuam, o árbitro deve fazer os jogadores entrarem nos vestiários e deixar a cargo dos responsáveis pela segurança decidir se existe ou não condições de prosseguir e então suspender o jogo”.

Fonte: Rai Radio Uno
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