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Roma: Um homem apenas no comando
14/12/2018 às 09:47

A temporada está bastante comprometida e arrisca se tornar irrecuperável, mas os possíveis substitutos disponíveis Montella e Paulo Sousa, de Blanc a Donadoni, convencem e não convencem. Mas a solução de exoneração será necessária se domingo a noite a Roma apresentar outro papelão diante do Genoa e essa decisão, segundo Pallotta, diz respeito a Monchi. Mas o humor do presidente é negro, os prejuízos o cobram: a equipe este ano custa mais que a do ano passado (aumentaram os jogadores, e consequentemente os salários e o valor de alguns elementos agora caiu) além de arriscar não ir para a Champions. Em Trigória não existe vontade grande de se tomar decisões devastastes, depois diante da necessidade tudo muda. Monchi, como notado, defendeu Di Francesco publicamente e diante do presidente, sempre mais impaciente, e quer esperar. A viagem para tratar com o presidente foi fixada para logo depois do jogo contra o Genoa, então na ocasião serão tomadas as decisões definitivas/drásticas. Por hora a equipe tenta recompactar-se. O retiro em tempo determinado não apenas não funcionou, mas de fato não existiu: a equipe não o queria antes e ficou feliz que após Plsen se decidiu anulá-lo. Os retiros não servem quase nunca, mas esta foi uma medida de posição falsária. A abolição do confinamento foi a ultima tentativa para reconquistar a confiança com o grupo, talvez, a alternativa seja de não estressa-lo ainda mais com clausuras, de fato, inúteis.

FARSA E ESTRÉS

Di Francesco perdeu a serenidade, é notório pelo semblante, pelas coisas que diz. As suas são palavras muito duras e diretas para os jogadores (e perdeu uma bela fatia da equipe, agora), do ameaçador (e duvidoso) “farei muitas avaliações”, ao “não obtive respostas que gostaria de ter tido”. Transparece como a relação com os jogadores, ou alguns deles, não seja excepcional. Agora então, não o é inclusive com os veteranos, muito deles parados no box, que poderia dar uma mão. Mas estes são todos problemas do momento, que provavelmente Eusebio não consegue corrigir. Depois são evidentes criticas um pouco mais estruturais, filhos das escolhas técnico-societárias não adequadas. A política dos jovens pode também funcionar, mas o empenho em massa dos rapazes leva pouco além. Porque o jovem, por natureza, é inconstante e por característica menos definido. Nós não sabemos o que se tornará Schick e Kluivert (dois exemplos) daqui alguns anos, talvez dois fora de série, mas nesse momento dão pouco e não existem palpáveis alternativas. E a Roma por eles extra-investiu. Faltam os líderes, os mentores.

AS OPERAÇÕES DE MERCADO

A escolha de Pastore fora ainda menos um acerto, pelos custos, pela idade e pela fragilidade física. Marcano, depois de Moreno, é a demonstração que não se consiga encontrar um zagueiro central útil para dar fôlego aos titulares. Para não falo depois de Karsdorp, nesses quase dois anos 4 presenças. Quatro. A equipe falta o espírito, a personalidade, o senso de existência, que Di Francesco havia como jogador e que tentou recolocar como treinador. No ano passado a Roma viveu um sonho Champions. Aquela equipe não existe mais e aquela talvez resta na memória. Adeus senso de existência, adeus sonhos. E avante outro.

Fonte: Alessandro Angeloni (Il Messaggero)
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