Kōnstantinos Manōlas

Se formou nas divisões de base com AEK Atenas, onde se destaca como um dos melhores zagueiros da Grécia. As suas prestações logo valem uma vaga como titular na seleção grega, para mais tarde ser negociado com o Olimpiakos em 2011.

Pelos colorados consegue também um destaque a nível internacional na Liga dos Campeões da Europa e após ter tido um bom destaque jogando pela sua seleção em 2014, acaba sendo contratado pela Roma.

Zagueiro central destro forte fisicamente que une boa técnica de base e velocidade o que lhe permite uma marcação mais eficaz sobre o adversário.

Sua contratação junto a Roma veio no dia 26 de agosto de 2014 por 13 milhões de euros mais dois de bonus. O jogador assina um contrato de cinco anos e escolhe a camisa numero 44. Estréia no dia 30 de agosto pelo campeonato na vitória me casa por 2 a 0 sobre a Fiorentina. É titular absoluto do francês Rudi Garcia graças também as suas boas prestações em campo.

Com Spalletti Kostas ganha confiança do técnico de Certaldo e com isso a continuidade necessária para se tornar o pilar absoluto da defesa romanista. Suas prestações rendem críticas positivas e inclusive o coloca no centro das atenções das negociações estivas de 2017, situação que não ocorre justamente porque a diretoria giallorossa entenderia que seria difícil achar uma substituto a altura para o grego, mesmo se o companheiro Fazio também ganharia alguns pontos no mérito da torcida.

A confirmação da permanência de Manolas certamente nos deu um dos momentos mais significantes como torcedores da Roma: Era 10 de abril de 2018. A Roma jogava o match de retorno das quartas de final com o Barcellona, que no primeiro jogo, na Espanha, havia massacrado a equipe giallorossa por 4 a 1, sendo o zagueiro grego um dos culpados diretos daquela até então, eliminação antecipada da Liga dos Campeões da Europa. No jogo de volta o time precisaria fazer 3 e não tomar nenhum para poder sonhar com a semifinal sobre o todo poderoso elenco espanhol que tinha, nada mais nada menos, que um dos melhores jogadores do mundo: o argentino Leonel Messi. Em dias que só o futebol consegue nos propciar, ocorre que a Roma entra determinada a limpar seu nome dos vexames eliminatórios e mudar totalmente o rumo de uma batalha tida como perdida. Dzeko sorrateiramente abre o placar, mas ainda faltava uma via láctea pela frente. Sem menos esperar, um pênalti incendeia os corações romanistas de todo o mundo, do qual o outro culpado pela primeira derrota, Daniele De Rossi, cobra e marca: 2 a 0! Faltava um, apenas um, e até me arrepia digitar essas palavras, mas aos 75 minutos daquela era, Kōnstantinos Manōlas (Κωνσταντίνος Μανωλάς) de cabeça deposita o gol necessário para levar o time a semifinal do torneio mais vibrante do planeta, depois de 34 anos, pela segunda vez na história giallorossa.

A vibração emocionada e desesperada com a qual o grego naturalmente passa ao correr chorando até o banco de reservas para o abraço de desabafo em um místico de fúria, garra, coragem e força é de uma esfera de produções que só se presencia em ficções de alto nível, uma epopéia de extremo orgulho que ficará para sempre nos meus sentimentos.

B I O S
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