James Joseph Frank Pallotta Junior

Filho de James e Angelina, iniciou nos negócios com as irmãs Carla e Christine na cidade natal com um restaurante. Formou-se na Universidade Massachusetts Amherst. Em 1981 conclui mestrado de Administração de Negócios na Northeastern University se especializando em Investimento de Negócios. O talento nos negócios o leva a um cargo de confiança na Tudor Investiments, com base na cidade de Nova Iorque, de propriedade do bilionário Paul Tudor Jones.

Em 1993 abre escritório da empresa na cidade de Boston e aumenta substancialmente o valor do fundo na ordem de vinte por cento anual. Também tem participação direta na Raptor Fund e é um dos homens mais ricos da cidade de Boston.

Sua notoriedade também é notada no mundo filantrópico onde todo ano doa milhões de dólares para causas diversas de ajuda mutua. Desde pequeno Pallotta sempre foi um apaixonado pelo basquete e torcedor assíduo do Celtics de Red Auerbach, onde seus ídolos eram Jhon Havlicek e Bill Russell.

Em 2002 se torna sócio minoritário da Boston Basketball Partners, sociedade proprietária dos Boston Celtics, que tinha como objetivo o relançamento da equipe. Em 2008 vice o anel, conquistando como co-proprietário, o título da NBA, sobre os Los Angeles Lakers.

Sua chegada a presidência da Roma se deu através da iniciativa de outros 3 empreendedores; Thomas DiBenedetto, Michael Ruane e Richard D’Amore, onde montaram um consórcio e compraram parte do clube junto ao banco italiano Unicredit.

O acordo acontecer no dia 16 de abril de 2011 em Boston e a A.S. Roma LLC se torna acionista majoritária da Associazione Sportiva Roma com 60% das ações do clube giallorosso, com os outros 40% nas mãos do Unicredit, que poderá negociar com empreenderes italianos. No dia 11 de agosto de 2014 obtém o controle total da AS Roma, adquirindo 31% das ações em poder do banco Unicredit pelo valor de 31 milhões de euros.

James assume o clube depois do sócio Thomas Dibenedetto, se tornando o vigésimo terceiro presidente da história do clube giallorosso.

Muito pressionado devido ao longo jejum de títulos do clube, Jay Pallotta, mesmo com boas campanhas, em seus sete anos a frente do clube, inclusive no cenário europeu, onde pela segunda vez, após 35 anos viu a Roma chegar a semfinal histórica pela Liga dos Campeões, continua sua sina sem nenhum título expressivo que possa acalmar os ânimos de uma praça extremamente fervorosa e passional como a capital italiana. Para piorar a situação, o projeto do novo estádio, que poderia ser uma valvula de escape, face a sua má impressão diante de títulos que não vem, emperra ano após ano em burocraias. Em 2018 denúncia de escândalos de corrupção envolvendo setores públicos da região ligados a fiscalização e auditoria da obra, comprometeram ainda mais o tempo de sua execução, sendo uma grande incógnita se realmente o estádio irá existir ou não.

B I O S
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