SINAIS INTERESSANTES
Embora tanto o técnico Spalletti quanto a imprensa italiana tenha ficado com um pé atrás mesmo depois da vitória da Roma sobre interessante time do alemão Klopp. Não que sejam observações desprezíveis afinal o time ainda continua sofrendo com os desperdícios de Dzeko. Porém é bonito ver que mesmo em um amistoso o time se mostra confiante, aguerrido (talvez até um pouco além, video o esquentado Strootman) e sobretudo com vontade de superar seus defeitos através da garra e determinação. Uma carga de estímulo bastante válida, já que o time tem um compromisso importantíssimo nas próximas semanas que irá definir o seu futuro na UCL inclusive a título das verbas repassadas pela competição.

Síntese: Corriere dello Sport

Sexta-feira o sorteio dos playoffs da Liga dos Campeões da Europa: eis aqui a situação dos giallorossi a duas semanas da primeira partida. O caminho: Dzeko-Salh gols marcados pela Roma. Análises dos testes contra o Liverpool: o sucesso dá confiança e esta noite jogo em Montreal com o Impact, depois todos para a Itália.

Por: Roberto Maida

SAINT LOUIS - As seis ocasiões de gol, a condição atlética encorajadora, o crescimento individual: foi brilhante e combatente a Toma que bateu o Liverpool trazendo diversão aos (poucos) torcedores italianos presentes no Bush Stadium. O resultado - e sobretudo a facilidade que o gerou - não deve ser superestimado porque Klopp escalou duas formações mistas, em apenas 48 horas da vitória obtida frente ao Milan, enquanto Spalletti utilizou por 65 minutos a melhor equipe possível, renunciando apenas a De Rossi e Perotti.

Além disse existem “situações menos boas”, como observou o próprio treinador no vestiário: setores um pouco desarrumados, bolas redistribuídas banalmente. Mas a duas semanas dos playoffs da Champions League, no primeiro real teste da turnê norte-americana, os sinais foram positivos: as dificuldades defensivas, então, proverá o mercado no tempo útil.

Sobretudo no primeiro tempo, que para Spalletti não foi agradável sob o aspecto de personalidade, a Roma viveu por um longo tempo na metade do campo adversário. E a cada profundidade, subindo o ritmo colocou em dificuldades o Liverpool: Dzeko, grande protagonista do verão, marcou o gol mais difícil, com uma conclusão de esquerda angulada de fora da área na cara de Louvren, mas poderia ter feito um outro mais fácil antes, depois de uma precisa verticalização de Nainggolan.

Salah também, que depois estaria pronto na área a rebater para o gol a cabeçada de Dzeko desviada por Mignolet, desperdiçou algo diante da meta adversária. E a vivacidade de El Shaarawy muitas vezes levou a curto o equilíbrio do time de Klopp. Esta noite a 1:30 italiana se replica, desta vez em Montreal contra o time do Impact de Drogba. Uma partida para descontrair, antes da volta para Itália e do sprint em busca da Champions.

@RobMaida

LIVERPOOL (4231) Manninger (1' s.t. Mignolet); Clyne (1' s.t. Alexander-Arnold), Lovren (1' s.t. Wisdom), Klavan (1' s.t. Stewart), Milner (1' s.t. Moreno, 36' s.t. Randall); Emre Can (1' s.t. Markovic), Wijnaldum (25' s.t. Brannagan); Ojo (1' s.t. Lallana), Mane (1' s.t. Henderson), Firmino (1' s.t. Coutinho); Sturridge (1' s.t. Ings). (George, Benteke). Téc.: Jürgen Klopp

ROMA 433: Alisson, Florenzi (19' Torosidis), Manolas (30' Gyomber), Jesus, Emerson (33' Seck), Nainggolan (19' Gerson), Paredes, Strootman (30' Perotti), Salah (19' F. Ricci), Dzeko (19' Totti), El Shaarawy (19' Iturbe),

Cartões: Ojo, Jesus e Paredes

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