Cè solo un Capitano!
Nesse domingo pudemos ver mais uma linda parte da historia ser escrita. Totti mais uma vez entrou, mudou a partida e garantiu a vitória giallãrossa! Após estarmos perdendo por 2x1 de virada, em casa, ele entrou, deu um lindo passe para Dzeko empatar e fez o terceiro de pênalti, no último lance da partida. Só não fez chover porque já tinha caído muita água no intervalo. Mais um recorde na coleção do Capitano, agora são 23 temporadas seguidas fazendo gols pela Roma. Só nos resta entender porque Spalletti não nos presenteia assim mais vezes.

Síntese: Il Messaggero

Totti e Dzeko viram o jogo pra cima da Sampdoria no Olímpico 3 a 2.

Totti ainda está no centro da Roma. É o capitão, na penalidade concedida ao fotofinish depois da falta de Skriniar sobre Dzeko, a marcar o sucesso sobre a Sampdoria no Olimpico: 3 a 2. Mas a coverção final é apenas a síntese mais concreta de um desempenho muito alto, cheio de conteúdos técnicos e psicológicos. Entrando em campo após o intervalo (e depois da enchente que obrigou o árbitro a suspender a partida por 65 minutos), tudo pareceu menos um jogador de quarenta anos. Jogadas de classe para despachar seus companheiros de equipe, começando com Dzeko, que aproveitou a assistência para assinalar o 2 a 2, e movimentos eficazes para abrir a defesa da Sampdoria. Obviamente, com grande lucidez, útil para transmitir segurança ao grupo. E para ficar na cola da Juve, que ainda está com pontuação total.

VIRADA EM VELOCIDADE Totti, em sua estréia no campeonato e na temporada número 25 em giallorosso, reacendeu Roma e também o público. Poucos torcedores, mas românticos. Que, torcendo por seu único ponto de referência, acompanharam a equipe, até ali temerosa, à vitória. Concordará Pallotta que, até junho, inclusive pensou em não confirmar-lo pelo ultimo ano de sua carreira. No primeiro tempo, apesar da vantagem inicial de Salah, os giallorossi sentiram a Sampdoria que, com o talento de Alvarez como meia-atacante, conseguiu chegar aos 2 a 1 com os gols de Muriele e Quagliarella, com Juan Jesus sempre protagonista negativo. Szczesny indeciso em ambos gols adversários, evitou depois que se sofresse o terceiro gol: grande intervenção sobre Quagliarella. Spalletti, na longa interrupção, ajustou o asset inicial, inserindo Totti no lugar de Perotti e Dzeko por El Shaarawy, decisivos para tomar os três pontos, Antes da recuperação deu espaço também para Iturbe e Nainggolan.

PENALTI GENEROSO Mas foram as duas primeiras mudanças a transformar o espírito da equipe que, no segundo tempo, mereceu o sucesso pelo número de oportunidades criadas. Viviano foi extraordinário sobre a ação de Strootman, Dzeko e Salah. Apenas Totti. Ele conseguiu enganá-lo, deslocando-o na conversão da penalidade que a Sampdoria contestou: o leve toque de Skriniar em Dzeko. Alvarez foi expulso quando retornou dos vestiários por reclamação. Mas os blucerchiati, no segundo tempo, se entregaram antes do episódio final. Porque a Roma, com seu capitão no comando, aumentou o ritmo e dominou a partida até o final.

ROMA (4312): Szczesny, Florenzi, Manolas, Jesus, Peres, Nainggolan (85' Iturbe), De Rossi, Strootman, Salah, Perotti (46' Totti), El Shaarawy (46' Dzeko)

SAMPDORIA (4312): Viviano; Sala, Silvestre, Regini, Pavlovic (45′ Dodò 81′ Skriniar ); Barreto, Torreira, Linetty; Alvarez; Muriel (62′ Budimir), Quagliarella A disp.: Puggioni, Krapikas, Pereira, Eramo, Palombo, Cigarini, Fernandes, Praet, Schick Téc.: Marco Giampaolo

Cartões: 62’Viviano, 71’De Rossi, 78’Jesus, 90’Skriniar, 91’Totti

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