Fortaleza romanista
Quem diria? De dezembro para cá foram 15 jogos entre todas competições, com 12 vitórias, 1 empate e 2 derrotas, 31 gols marcados e 7 sofridos. Sabe aquela famosa frase: todo bom time começa por um grande goleiro? hoje podemos dizer que nosso polones está pegando até pensamento. Se antes xingavamos a parte defensiva romanista, hoje temos que agradecer como Manolas, Fazio e Rudiger vem comendo a bola e nada passando. Boa parte também se aplica ao trabalho sujo feito por Strootman e ao nosso fumante favorito, Nainggolan. Como correm, como marcam e estão em todo campo. E nosso volante que é igual vinho? De Rossi, quanto mais velho melhor, preciso nos desarmes e está arriscando lançamentos precisos. Que essa Fortaleza criada pelo nosso Malvado Favorito seja responsável para tirarmos um grito da garganta e gritarmos, É Campeão!

Síntese: Repubblica

Roma 4-1 Torino: Dzeko marca novamente e vem o poker. A equipe de Spalletti resolve a prática em poucas paródias e mantém a segunda posição.

Por: Matteo Pinci

ROMA - Dez minutos são suficientes para o Napoli terminar em segundo. Dez minutos é suficiente para o Torino entender que, neste período, há muito pouco a fazer contra a Roma. Dzeko muito cruel, muito inspirado por Salah, Nainggolan muito pungente. Em tais dias, nem mesmo as bruxas dos ex-Ljajic, Falque e Iturbe - conseguem amedrontar Spalletti. Que, entretanto, não pode recuperar pontos com a Juve, mas com os 4 a 1 no Torino - segundo poker em quatro dias - mantém o segundo lugar sob controle em vista dos confrontos com Villarreal, Inter, Lazio e Napoli em dez dias. A dedicação é, obviamente, para o desafortunado Florenzi: “presente” nas camisas de seus companheiros, onde o clube seu “seu” 24.

Como isso vai acabar se entende imediatamente. O habitual Dzeko oferece a certeza. Depois de 10 minutos recebe de Nainggolan e centra o seu poker muito pessoal após o hat-trick na Liga Europa com o único fundamental que ainda estava faltando no repertório: o chute de fora. Direta angulada para perfurar seu amigo Hart, 19º no campeonato para afirmar sua liderança entre os artilheiros da Serie A, 29º na temporada.

A única reação do Toro é uma direita de Lukic, que passa a esquerda de Szczesny. Quando, no início do segundo tempo, Baselli adiou o convite de Zappacosta da linha de fundo, até Mihajlovic entendeu que era apropriado tentar algo diferente. Repropõe a tática e confia nas estrelas, mandando a campo Iturbe, golpe de janeiro que ainda tem o ares de Trigoria em seus pulmões. O terceira ex granada, depois de Falque e Ljajic. A entrada do argentino-paraguaio, no entanto, tem um efeito sobre Paredes, seu amigo mais próximo nos tempos de Roma. Primeiro, o “5” de Spalletti arranca uma bola que poderia valer os 3 a 0 de Dzeko. Depois decide que o gol, entretanto, é hora de fazê-lo por si só e manda um direito que corta a grama do Olímpico indo parar no ângulo. É a lápide do jogo, arquivado em pleno acréscimo do poker de Nainggolan depois do convite delicioso de Totti (aclamado por crianças no setor distintos do estádio). Alguns momentos antes, a “lavadora” Maxi Lopez também tinha deixado sua marca: apenas útil para quebrar a invencibilidade de Szczesny. E talvez uma mensagem para a crítica de Mihajlovic. Para tirar pontos da Roma, hoje, precisamos de muito mais.

@matteopinci

ROMA (3421): Szczesny, Manolas (73' Vermaelen), Fazio, Jesus, Peres, Strootman (82' Totti), Paredes, Emerson, Salah, Nainggolan, Dzeko (89' Perotti)

TORINO (433): Hart; Zappacosta, Moretti, De Silvestri, Barreca; Benassi (70′ Boyé), Lukic, Baselli; Iago Falque (57′ Iturbe), Belotti, Ljajic (79′ Maxi Lopez) A disp.: Padelli, Cucchietti, Molinaro, De Silvestri, Gustafson, Acquah, Valdifiori Téc.: Sinisa Mihajlovic

Cartões: 58’Lukic, 61’Benassi

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