Uma zaga de Romadas
Em um domingo que deveria ter sido sem sustos, a Roma conseguiu a proeza de sofrer dois gols de um time que havia feito apenas 7 gols no campeonato todo. Uma zaga confusa, que não tem continuidade, ora por contusão dos titulares, ora por deficiência técnica dos reservas e ora por inexperiência dos jogadores da 'Primavera'. Fazio, Jesus, Vermaelen (entre outros) não são jogadores para a Roma, definitivamente. Por outro lado, três gols de um ataque que é só alegria. Dzeko reencontrou o caminho das redes, Salah está menos perdido e mais objetivo e Perotti tem feito mágica. El Shaarawy não tem decepcionado e o capitano é sempre o grande ídolo. A vitória apertada sobre o Pescara definiu muito o que tem sido essa temporada. Um time que sabe fazer gols tão efetivamente quanto sabe sofrer gols. Oremos.

Síntese: Il Messaggero

A Roma sofre com o Pescara: vitória por 3 a 2 vale a vice-liderança.

Por: Ugo Trani

Roma está novamente a 4 pontos da Juve. Não desperdiça, portanto, a chance de se aproximar dos campeões italianos: 3 a 2 contra o Pescara, resultado sofrido e equilibrado até o último segundo do terceiro minuto de acréscimo. Mas, na noite do Olimpico, a vitória é mais importante que a performance. Que se tornou decepcionante por causa do comportamento dos giallorossi que, à frente por 2 gols após 11 minutos, graças ao quinto bis de Dzeko (quarto no campeonato), imediatamente voltou seus pensamentos para o clássico de domingo.

CENTROAVANTE ENDIABRADO Tal como na quinta-feira na Liga Europa, a diferença fez Dzeko (já com 17 gols com a Roma e 20 na temporada contanto já os 3 com a Bósnia), que agora é artilheiro, isolado, com 12 gols. É o símbolo da Roma que tem o melhor ataque do torneio, 33 gols em 14 jogos (50 nos 21 jogos disputados em 3 meses e meio), e que atrás continua sofrendo gols, independentemente do adversário que encontra. Não sofreu apenas em 5 jogos: contra a Udinese, Crotone, Empoli, Bologna e, na Europa, contra Astra Giurgiu. A fase defensiva deve ser melhorada. Contra o Pescara, com De Rossi inicialmente no banco e Paredes fora devido a uma lesão no tornozelo, Spalletti colocou Gerson pela primeira vez como titular no campeonato. Que, no entanto, ainda não está pronto para jogar nesse papel. Lento, leve e escolástico.

RECUPERAÇÃO ANGUSTIANTE O Pescara, que saiu do 3-5-2 para o 4-3-2-1, retornou ao jogo no segundo tempo com o gol de Memushaj. Spalletti imediatamente inseriu De Rossi e retirou Nainggolan, criando Gerson como armador. Perotti, melhor no campo inclusive com as 2 assistências para Dzeko, liquidou o jogo: aterrado por Crescenzi, ele converteu o pênalti (Nono na temporada e oitavo no campeonato) dos 3 a 1. Dentro Totti no lugar de Gerson, mas a Roma fez o mesmo um grande esforço na gestão de jogo. O ex-Caprari marcou antes da primeira meia hora, assustando a torcida no Olímpico que vaiara o desempenho fraco e decadente dos giallorossi. Nos acréscimos em campo também Vermaelen para saída de Salah. Para colocar este precioso sucesso no cofre.

@utti60

ROMA (4231): Szczesny, Peres, Rudiger, Fazio, Emerson, Gerson (72' Totti), Strootman, Perotti, Nainggolan (64' De Rossi), Salah (92' Vermaelen), Dzeko

PESCARA (4321): Bizzarri; Zampano, Zuparic, Biraghi, Crescenzi; Brugman, Vitturini (46′ Verre), Memushaj; Benali (78′ Cristante), Pepe; Bahebeck (5′ Caprari) A disp.: Fiorillo, Maloku, Mele, D’angelo, Muric, Forte, Pettinari Téc.: Massimo Oddo

Cartões: 31’Biraghi, 32’Rudiger, 39’Nainggolan, 62’Emerson, 67’Zuparic, 82’Caprari

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