CIAO DAVIDE
E não tem como não tem como deixar em branco esse trágico episódio que comoveu toda a esfera da bola na Itália, em especial os romanistas, do qual Astori também era torcedor e onde iniciou sua carreira. Não apenas pelo profissional e atleta que crescia naturalmente dentro de Davide, mas também pelo pai e marido dedicado que era. O Portale Romanista lembrará sempre como muito carinho de você na certeza que um espaço no coração da nossa torcida certamente você terá. E nada melhor que os três gols nessa vitória sobre o Torino para dedicar a Astori também, em especial de Pellegrini, o qual teve uma relação muito mais próxima nos anos de base pela Roma. Era uma partida encruada, mas que por um lado vem demonstrando o poder da equipe em administrar o sofrimento, mas principalmente saber sair dele e buscar a vitória. Já havia sido assim com o Napoli, da mesma forma demonstrou ser com o Torino. Se a atmosfera já era boa a partir do jogo passado, agora realmente gerou a confiança que a torcida precisa. Esperamos não nos decepcionar com resultados diferentes.

Síntese: Corriere della Sera

DiFra: “Roma, grande segundo tempo, estamos prontos para a Champions”. Terça-feira assalto ao Shakhtar. O técnico giallorosso confirma a importância da torcida. Manolas: “Não falharemos”.

Por: Sergio Torrisi

Terceiro gol na temporada de Kolarov e de Kostas Manolas o segundo no campeonato, ontem a noite tirou as castanhas do fogo para uma Roma que até aquele momento estava em grandes dificuldades contra o Toro de Mazzarri. “No primeiro tempo não criamos nada, não havíamos a cabeça no lugar - explicou o grego - marcamos então na primeira e real ocasião e isso finalmente nos liberou. Agora vamos pensar na Champions, desta vez as quartas não falharemos”.

Uma sexta-feira incialmente de medo no Olímpico, mas que tomou contornos muito mais tranquilos para a Roma e um sempre decisivo Alisson - que Monchi, no pré-jogo, declarou ficará muitos anos na capital ainda - depois da cabeçada do seu central grego, pronto então para ajoelhar-se e levantar os braços para a Monte Mario e dedicar o gol ao ex-companheiro Astori.

“Não fizemos um primeiro tempo muito bem, muito pesada - a análise então de Eusebio Di Francesco - Estávamos complicando a partida sozinhos, não havíamos equilíbrio. Mas conseguimos desfrutar o jogo aéreo, por sorte, dando início a ótimos quarenta e cinco minutos. Schick, como os outros, não jogou bem no início. Tem qualidade, mas deve ainda fazê-las valer mostrando-as plenamente. Contra o Shakhtar, uma equipe brasileira mais que ucraniana, o nosso publico será determinante”, sublinhou Di Francesco.

A noitada romana, plena de comoção na lembrança de Astori, fôra banhada de marcas inclusive de De Rossi (o primeiro no campeonato, particularmente significativo pela amizade que ligava o capitão giallorosso ao da Fiorentina) e Pellegrini, que entrou no final e marcou nos primeiros minutos de acréscimo. No final da partida toda a equipe ficou em campo e se dirigiu a torcida: um tipo de apelo até que terça-feira a noite o Olímpico esteja lotado: chega o Shakhtar Donetsk para o duelo de volta pelas oitavas de final da Champions e a Roma não pode falhar na qualificação.

ROMA (433): Alisson, Florenzi, Manolas, Juan Jesus, Kolarov, Strootman (89' Gonalons), De Rossi (84' Pellegrini), Nainggolan, Under (76' Gerson), Schick, El Shaarawy

TORINO (433): Sirigu; De Silvestri (26' s.t. Barreca), Nkoulou, Moretti, Ansaldi; Acquah (36' s.t. Edera), Rincon, Baselli; Iago Falque (23' s.t. Niang), Belotti, Berenguer A Disp.: Ichazo, Milinkovic, Buongiorno, Rivoira, Valdifori, Butic Téc.. Walter Mazzarri

Cartões: 8’De Rossi, 36’Ansaldi, 87’Baselli

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