HABEMUS TREQUARTISTA
Oggi, os tifosi giallorossi puderam ver o 1° gol daquele que tem tudo para ser nostro próximo trequartista. No segundo tempo, lance plástico no qual corre em profundidade, faz o corte seco, deixa dois no chão e finaliza com um pallonetto. Eis um jogador que chegou sem muita pompa, mas já era do radar da direção giallorossa, tanto é que sua presença na troca pelo Ninja foi uma exigência. Apesar de já ter jogado, na base, pela Fiorentina e pela Inter, foi com nostra maglia que Zani guardou seu primeiro tento na Serie A Tim. Quiçá, de muitos.

Síntese: La Repubblica

Schick acorda, Roma recomeça, Sassuolo jamais no jogo. O tcheco, autor de um belo gol, é protagonista da vitória da equipe de Di Francesco. De Perotti o pênalti convertido, Zaniolo (primeiro gol na Serie A) e Babacar os outros gols do duelo.

Por: Matteo Pinci

ROMA - A Roma salva Di Francesco com a melhor prova do campeonato no Olímpico. O 3 a 1 com o qual o técnico bateu seu Sassuolo, trouxe três pontos que re-proporcionam confiança e postergam o juízo definitivo sobre o treinador na ultima do ano solar, sábado em Parma.

Uma partida dominada pela Roma, mesmo se o primeiro tempo girou em volta de dois episódios, muito próximos e com um único protagonista: Patrick Schick, que já havia definido a partida depois de 4 minutos conquistando o pênalti depois convertido por Perotti (com um longo controle pelo Var de Giacomelli para decidir se expulsar Ferrari: no final apenas amarelo). O primeiro fato, trará discussão até mesmo na tecnologia: aos 21’, com a Roma na frente, justo Schick desviou a bola para a própria meta depois do escanteio de Berardi. A bola explodiu no travessão e rebateu sobre a linha. Ou talvez dentro, revendo o replay parecia revelar um gol contra egoísta do centroavante tcheco. Mas o relógio da goal line technology aos cuidados do árbitro Giacomelli não tocou: a bola não entrou, mesmo se por questão de milímetros. Justo aqueles que a tecnologia não pode negar, deixando pelo menos um mínimo de dúvidas.

A cancelar as discussões justo Schick, que nem mesmo 5 minutos mais tarde, desfrutou uma verticalização de Cristante, de tudo similar aquela que havia proporcionado o pênalti, para se colocar entre Ferrari e Lemos, driblar Consigli e depositar no gol seu segundo tento na temporada, alcançando Dzeko. E pouco depois poderia inclusive superá-lo, se não fosse um ótimo Consigli.

E porém que fosse a noite da Roma estava claríssimo: graças também ao suicídio técnico de De Zerbi, que escolheu uma defesa muito alta empurrada com uma regularidade desarmada. Assim vieram os primeiros dois gols, assim também veio o terceiro: típico lance da direita, desta vez onde estava Zaniolo, depois de ter superado o sempre desajeitado Ferrari, teve a frieza de fazer sentar Consigli e bate-lo com uma doce cavadinha. Para depois corre e comemorar o primeiro gol na Serie A: nas horas no qual cai como um furacão o audio de Nainggolan depois da exclusão pelo atrazo no treinamento, quase o preço do contrapasso que alimenta os ressentimentos da Inter, que o trocou a leve peso com o belga.

De fato, a partida terminou ali, se não por coleção de defesas do limite da área do prodigioso Consigli, nas conclusões de Under, Kluivert e Kolarov. Imitado pelo romanista Olsen, bravo - primeiro pelo inutil gol de Babacar após os noventa - a parar Di Francesco filho. Que, pelo menos, pode assistir do campo o sucesso que o espera - quem sabe salvará - o comando técnico de papai Eusebio.

@matteopinci

ROMA (4231): Olsen, Florenzi, Manolas, Fazio, Kolarov, Cristante, Nzonzi, Under, Zaniolo (64' Pastore), Perotti (68' Kluivert), Schick (76' Dzeko)

SASSUOLO (433): Consigli; Marlon, Lemos (46' Lirola ), Ferrari, Dell'Orco; Bourabia, Magnanelli, Djuricic (57' Di Francesco); Berardi, Babacar, Brignola A disp.: Pegolo, Matri, Sensi, Peluso, Magnani, Locatelli Téc.: Roberto De Zerbi

Cartões: 8’Ferrari, 27’ Florenzi

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