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Serie A: Natal com Juve-Roma, sob a árvore o duelo pelo título italiano
Postado por: lupulus 21/12/2017 às 12:07

ROMA - Juventus-Roma é o confronto menos natalício que poderia se escolher para remeter o futebol no Natal - um tempo, antes que os jogadores descobrissem “Natal em Miami” era assim -, mas tudo bem, e ainda o objeto é de forte reclame passional. Como sempre Juventus-Roma é um jogo divisor de águas, muda o curso das coisas, rompe, não deixa quase nada inalterado. Muitas vezes venenoso. E agora pode-se romper e decidir mais do que não fizeram antes Napoli-Juve (0-1), Juve-Inter (0-0), Roma-Inter (1-3), Napoli-Inter (0-0).

As duas fases, bianconera e giallorossa, no momento são opostas. A Juventus de Allegri se apresenta na posição de super star do futebol italiano, que parecia ter perdido, é substancialmente em fase de relançamento. A Roma vice-versa, depois do pico com a classificação para as oitavas de final da Champions League diante de Chelsea e Atletico Madrid, vem da eliminação na Copa Itália que não faz certificar seu período de brilhantismo e muitos 1 a 0. Mas a classificação é sempre ótima, e deste modo a partida existe sem dúvidas. Mesmo se os bookmakers dão a vitória da Roma em Turim cerca de três vezes mais em relação que a da própria Juve. isto poderia nos dar o atual diferencial entre as equipes em uma partida em Turim, e deste modo a condição de inicio do super match. Partida que em si, obviamente, leva em consideração o momento atual, mas sobretudo um passado feito de rivalidade e amargura. Que porém no momento deixamos de lado e damos como um fundo substancial permanente há trinta anos aqui.

Aquilo que mais afeta neste momento é a gestão, isto é, o comportamento dos dois treinadores de fronte a duas equipes sempre na linha de tensão. Max Allegri agora favorecido pela experiência, fortemente pragmático, duro mas também disposto ao compromisso, um explorador contínuo da formação justa com extrema prudência, alguém que não se deixa levar por slogan e modas. Nada de fato perfeito e muitas vezes excessivamente prudente, mas em suma com seu estilo reconhecível. De Pogba a Dybala, de Bonucci a Higuain, a gestão dos campeões e sobretudo das suas birras fazem parte agora da sua bagagem. No momento parece ter reconduzido Dybala a função de bom soldado bianconero, mesmo se para ele o importante é sobretudo ter recuperado a contribuição fundamental em uma temporada na qual a Juventus deverá entretanto procurar trazer para casa o máximo. Para Allegri interessa pouco o consenso, não está enfeitiçado pelos alardes do espetáculo, a sua preocupação maior não é o ataque onde entretanto pode escolher e sacrificar alguém não o angustia como se imagina, quanto a de configurar a melhor defesa possível. “Porque os títulos vencem as defesas”.

Eusebio Di Francesco tendo o fato de ter na sua bagagem o Sassuolo ainda é um pouco escolástico, educado, bravo, pleno de bons sentimentos, e privado de pelos no estômago. Para ele o turn over é um bom sistema para manter os jogadores treinados e sob tensão, mas também uma forma de democracia na qual acredita muito, uma justa recompensa a quem entretanto puxa o carro e é improvável que não tenha qualquer satisfação. Apenas que o turn over é sim democrático, mas também traíra, pelo qual depois no final desperdiçar a Copa Itália.

Allegri dispõe de uma brigada, Di Francesco de um navio cruzeiro. Turim é sempre um alarme vermelho, pronto para jogar tudo seja como for, Roma é mais assombrosa e fascinante, mas ciclicamente se torna a novela de “Love Boat’ um mundo feito de luvas brancas, festas e sorrisos. Seja como for, no final os problemas se tornam os mesmos, assim como Allegri deve fazer muitas vezes jogarem juntos Higuain e Mandzukic, Di Francesco tem o mesmo desafio com Dzeko e Schick. Enquanto todos falam de atacantes Allegri traça dia após dia o pós Buffon-Barzagli-Bonucci-Chiellini, Di Francesco é um discípulo zemaniano, mas no entanto a Roma está ali não obstante marque pouco e tenha a melhor defesa do campeonato. Em suma todos aparentemente Guardiola e lá em baixo Trapattoni.

Fonte: La Repubblica (Fabrizio Bocca)
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