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Serie A: Tripla virada com muito esforço com Fazio, Kluivert e Cristante
16/12/2018 às 20:15

Mais uma vez 3 a 2, mas parece passado uma era geológica, não apenas um ano e meio. A Roma bate o Genoa com o mesmo resultado do dia 28 de maio de 2017, quando um estádio inteiro derrubou lágrimas de amor no adeus ao futebol de Francesco Totti. Agora restam três pontos que podem salvar o comando de Di Francesco (por quanto?), mas estar dentro de um panorama mais desanimador não pode: primeiro a contestação do estádio e depois o clamoroso erro do arbitro Di Bello, nos minutos de acréscimo, que nega um solar pênalti aos rossblu em fila a um jogo por vezes amador. Mas entre os muitos erros - péssimos os dois goleiros, escorados pelos contrapés em superioridade numérica pelo Genoa, sempre acéfalo o jogo da Roma - mais clamoroso foi o do árbitro. A ação era muito clara, o empurrão de Florenzi sobre Pandev veio inclusive com as duas mãos. Impossível não notar-lo, com ou sem Var. O mesmo Var que, no início do segundo tempo, com uma ação retroativa, mas nesse caso correta, anulou os 3 a 2 do Genoa por causa de um impedimento de Kouame no início de uma longa ação  encerrada depois com o gol de Lazovic.

O Genoa tem o direito de recriminar, mas deve também fazer uma autocrítica: não era possível encontrar uma Roma assim mal colocada, seja no moral que na disposição em campo. Di Francesco tentou um 3-4-3 com Zaniolo “falso nove” mas o experimento não deu certo; melhor no segundo tempo, com Kluivert e Under mais adiantados e Zaniolo como armador. A fase defensiva, porém,  é se possível ainda piorada e aquela ofensiva confusa por 45 minutos. É quase um milagre que o primeiro tempo tenha se concluído empatado, visto que o Genoa teve muitas ocasiões de marcar, mas o fez apenas sobre a pastelada de Olsen e em uma cobrança de escanteio, que mostrou mais uma vez quanto são limitados os esquemas ofensivos obre as bolas inativas: haviam marcado Icardi e Ionita, o fez também Hilkemark. Também o Genoa, porém, presenteou bastante: defendeu mal sobre Fazio e perdi a bola a poucos segundos do final do primeiro tempo, concedendo a Kluivert o contrapé dos 2 a 2.

No início do segundo tempo, o enésimo papelão do jogo: marca Lazovic, sobre outra bobeira de Olsen, mas o Var encontrou um impedimento de Kouame, anulando o gol. Poderia ser o golpe definitivo, se tornou o trampolim para os 3 a 2 decisivo de Cristante, o terceiro tento no campeonato. Depois no final, Di Bello fechou os olhos.

São três pontos que separam a Roma das margens da zona Champions, mas a equipe pareceu desligada por boa parte do jogo. Desconectada inclusive a torcida. A contestação começou no sábado a noite, quando uma centena de manifestantes que convidavam Pallotta a levantar acampamento infestaram a cidade de faixas. O estalido, no inicio, vaiaram todos - inclusive Di Francesco - excluindo Zaniolo e De Rossi. A Curva Sul fez greve nos primeiros dez minutos da partida e depois misturou coros contra a diretoria e incitamentos a equipe, que entretanto no final, fora vaiada. Hoje Monchi parte para Boston: terá muito que declarar a Pallotta.

Fonte: Luca Valdiserri (Corriere della Sera)
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